Viva ppl, estive uns meses fora e estarei mais um acho eu hehe, acho que após este tempo todo a questão já deve estar respondida mas eu deixarei aqui cópias de material de outros sites e links para os mesmos para quando alguém vier aqui parar saber onde procurar:
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Credit Default Swaps
Um Credit Default Swap (CDS) é um instrumento financeiro derivado transaccionado em OTC
(over the counter – mercado não regulamentado) que permite ao seu comprador proteger-se do
incumprimento de crédito de um determinado emitente. O risco de default é transferido para o
vendedor do Swap. O mercado de CDS foi criado em 1994 por um conjunto de bancos liderado
pela JP Morgan. Estes instrumentos equiparam-se a “seguros” sobre obrigações ainda que com
bastante nuances.
Exemplificando: os Credit default Swaps do BCP a 5 anos estão a cotar no mercado a 56 pontos
base (fonte Bloomberg) ou 0,56%. Isto significa que para cobrir 1 milhão de euros de dívida do
BCP o comprador do CDS teria que pagar anualmente 56 mil euros. Caso o Banco entrasse em
default, o vendedor do Swap pagaria ao comprador a diferença entre o valor de mercado das
obrigações do BCP a 5 anos e o par value (100%).
O valor dos CDS varia em função das expectativas do mercado quanto à capacidade do
emitente em questão de cumprimento do serviço da dívida, subindo quando aumenta o risco de
incumprimento e caindo quando esse risco diminui.
Vantagens:
Os Credit Default Swaps podem ser utilizados pelos detentores de dívida de um determinado
emitente para cobrir os riscos de incumprimento do serviço da dívida ou simplesmente para
especular.
O surgimento destes produtos no início da década de 90 veio dar um novo alento ao mercado
obrigacionista que era bastante menos activo e sobretudo controlado por fundos de pensões e
por companhias de seguros. A “invenção” dos CDS veio aportar uma maior liquidez ao mercado
de dívida privada e, não sendo necessário deter dívida para comprar CDS, veio permitir aos
intervenientes que acreditam numa deterioração das condições do mercado de crédito ficarem
com posições curtas na dívida das empresas.
Desvantagens:
Uma questão que se coloca quando estamos a falar de CDS é o risco de contraparte: o mercado
de CDS, que não é um mercado regulamentado, permite que os contratos sejam
transaccionados quer do lado do comprador quer do lado do vendedor, sem que haja nenhuma
garantia de que quem assume a posição vendedora tenha os recursos adequados para
salvaguardar o pagamento em caso de default. Esta possibilidade torna muito difícil a tarefa de
valorização deste tipo de instrumentos nos balanços das instituições financeiras.
Segundo o Financial Times entre 60 e 70% dos vendedores de Credit Default Swaps são as
empresas de seguros de dívida (monoline insurers como a MBIA ou a MBAC) e Hedge Funds.
Um downgrade por parte da Moodys ou da Standard & Poor’s a uma destas entidades poderá ter
um efeito devastador nos Bancos e nas outras entidades que compraram os “seguros”: um
seguro não vale nada se o segurador não o puder pagar.
Alguns índices de credit defaults têm-se transformado naquilo que um analista da Wachovia
Corp. apelidou de “monstro de Frankenstein” por algumas vezes serem os índices a levar a
movimentações no mercado “cash” de obrigações e não o contrário como supostamente deveria
ser.
Nos últimos meses, estes instrumentos, sobretudo os que têm por subjacente bancos, têm-se
afastado da realidade fruto da crise no mercado de crédito. O exemplo mais gritante é o caso
dos credit default swaps sobre a dívida soberana islandesa e sobre os maiores bancos
islandeses: o Landsbanki, o Kaupthing e o Glitnir. A dívida pública islandesa, no epicentro da
crise (de confiança) do mercado de crédito (meados de Março) chegou a atingir os 450 pontos
base e dois dos maiores bancos chegaram mesmo a cotar acima dos 1000 pontos base, ou seja,
quem quisesse cobrir o risco de incumprimento destas instituições teria que pagar 10% sobre o
valor a cobrir à cabeça! Felizmente o mercado acalmou e corrigiu dos “receios exacerbados” (ver
gráfico). Para termos uma ideia do exagero a que se chegou, os CDS sobre a Bear Stearns nos
dias antes da JP Morgan ter lançado uma oferta, ou seja, em pleno risco de insolvência,
atingiram os 780, cotando actualmente abaixo de 100; O banco alemão IKB antes de ter sido
“salvo” da falência pelo banco estatal alemão KFW e pela Associação Bancária Alemã atingiu os
660, estando actualmente nas imediações dos 250. No caso da banca islandesa o que parece
curioso é que apresentam rácios de capital Tier1 (segundo o Financial Times) 9.1% no
Kaupthing, 7.7% no Glitnir e de 8.8% no Landsbanki, muito superiores aos da Banca nacional.
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In [url=http://www.ok2deal.pt/empresa/opiniao/credit-default-swaps/]Ok2Deal[/url]
A Wiki está muito completa sobre isto:
[url=http://en.wikipedia.org/wiki/Credit_default_swap]Credit Default Swap - Wikipedia[/url]
Mas como está em Inglês, fica aqui uma tradução automatizada "a la Google Translator": :D
Citar:
Credit Default Swap
Um credit default swap (CDS) é um contrato de swap e acordo no qual o comprador de proteção do CDS faz uma série de pagamentos (muitas vezes referida como a "taxa" CDS ou "spread") ao vendedor de proteção e, em troca, recebe uma recompensa se um instrumento de crédito (normalmente um vínculo ou empréstimo) experimenta um acontecimento de crédito.
Na sua forma mais simples, um credit default swap é um contrato bilateral entre o comprador eo vendedor de proteção. O CDS vai se referir a uma "entidade de referência" ou "devedor de referência", geralmente uma empresa ou governo. Entidade de referência não é parte no contrato. O comprador de proteção faz pagamentos trimestrais prémio "spread"-o ao vendedor de proteção . Se os padrões de referência de entidade, o vendedor de proteção paga ao comprador o valor nominal das obrigações em troca da entrega física do título, embora a liquidação pode também ser em dinheiro ou por leilão. [1] [2] Um padrão é referido como um "evento de crédito" e incluem eventos tais como falta de pagamento, a reestruturação ea falência [2] O CDS está em US $ 10 -.. faixa de US $ 20 milhões com vencimento entre um e 10 anos [3]
O titular de uma obrigação pode "comprar proteção" hedge para o risco de inadimplência. Desta forma, um CDS é semelhante ao seguro de crédito, embora o CDS não são semelhantes ou sujeitas a regulamentações que regem acidente ou seguro de vida. Além disso, os investidores podem comprar e vender de proteção sem possuir qualquer dívida da entidade de referência. Estes "default swaps de crédito nu" permitir que os comerciantes para especular sobre as questões da dívida e da qualidade de crédito de entidades de referência. swaps de crédito pode ser usado para criar posições sintéticas longas e curtas em entidade de referência [4]. CDS Naked constituem a maior parte do mercado de CDS. [5] [6] Além disso, swaps de crédito também pode ser usado na estrutura de capital arbitragem.
Os credit default swaps têm existido desde o início de 1990, mas o mercado aumentou consideravelmente a partir de 2003. Até o final de 2007, o saldo foi de $ 62200000000000, caindo para 38,6 trillion dólares até o final de 2008 [7].
A maioria dos CDSs são documentadas através de formulários padrão promulgadas pelo International Swaps and Derivatives Association (ISDA), embora alguns são adaptados para atender necessidades específicas. Os credit default swaps têm muitas variações. [2] Além da troca de base, o nome único, existem swaps cesta padrão (BDS), índice de CDS, CDS financiado (também chamado de notas de crédito vinculados), bem como o crédito de empréstimo somente default swaps (LCDs). Além de empresas ou governos, a entidade de referência pode incluir um veículo para fins especiais emissão de títulos garantidos por activos [8].
swaps de inadimplência de crédito não são negociados em bolsa e não há registro de operações necessárias para uma agência governamental. [9] Durante a crise de 2007-2010 financeiras da falta de transparência se tornou uma preocupação para os reguladores, como foi o tamanho do trilhão de dólares mercado, que poderia representar um risco sistêmico para a economia. [2] [4] [10] Em março de 2010, a DTCC Trade Information Warehouse (ver Fontes de Dados de Mercado) anunciou que voluntariamente reguladores maior acesso aos seus credit default swaps banco de dados [11].
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Resto em: [url=http://translate.google.com/translate?js=n&prev=_t&hl=pt-PT&ie=UTF-8&layout=2&eotf=1&sl=en&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fen.wi kipedia.org%2Fwiki%2FCredit_default_swap]Credit Default Swaps - Wiki - Traduzido para Português[/url]
Há mais pela Internet. :)
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